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Clube dos Vira-Latas atende a 500 cães

Sem fins lucrativos, a organização não governamental Clube dos Vira-Latas é responsável pela castração, cuidados médicos e proteção de 500 cães em canil, que funciona sem intervalos em Ribeirão Pires.

O endereço da entidade não pôde ser divulgado por causa da atitude de pessoas que abandonam seus próprios animais no abrigo. Apenas na semana passada, a ONG recebeu 38 filhotes.

A chácara onde funciona o espaço foi doada pela fundadora e ex-presidente Cida Lellis, que faleceu em dezembro. O trabalho deixado pela presidente é enaltecido até hoje pelos 10 funcionários, sendo oito tratadores e dois veterinários, que são registrados. “Nem todos os voluntários têm comprometimento”, disse a atual presidente, Cláudia Demarchi.

A função principal do Clube dos Vira-Latas, criado há 11 anos, é de receber os animais feridos, castrar, vacinar e doar. Feiras de doações são realizadas periodicamente para conseguir lares para os animais. Em média, dez são doados por evento. Quem se interessar por algum deles deve assinar termo de adoção, que inclui quesitos de responsabilidade. Se houver desistência, a entidade aceita o animal de volta.

Mesmo assim, a demanda só tem crescido. No ano passado, cerca de 500 animais foram doados, mas o dobro chegou precisando de cuidados. Por mês, são consumidas sete toneladas de ração e três de jornais, utilizados dentro dos canis e um dos itens mais pedidos para doação. “Para nós, jornal é de ouro”, comentou Cláudia.

O canil é equipado com clínica veterinária, centro cirúrgico, enfermaria e ala de banho e tosa. São mais de 100 canis, sendo 18 unitários, destinado aos cães menores. Doações de jornais, vassouras, sacos de lixo e produtos de limpeza estão entre as principais necessidades, além de colaborações financeiras. Hoje, a despesa mensal da entidade chega a R$ 50 mil, incluindo salário dos profissionais. A renda é garantida por meio de venda de produtos para animais, como camisetas e chinelos, e padrinhos da entidade.

VIOLÊNCIA
Muitos dos cães que chegam ao abrigo estão debilitados, mutilados e até estuprados. A presidente revelou que é frequente os casos de cachorros que são violentados por seres humanos. “São atrocidades aos montes. Infelizmente, nem lei temos para punir esses agressores. Os cães chegam assustados. Só querem comida, água e carinho. Eles precisam ter respeito. Nossa recompensa é saber que somos o porto seguro de todos eles.”

Entidade doou 6.500 animais desde a fundação

Depois de castrados, medicados e vacinados, o trabalho dos profissionais é focado na busca de donos para os cães, que, segundo a presidente, “nunca chegam redondinhos.” Desde 2000, já foram doados 6.500 animais. “É um trabalho de formiguinha”, disse a presidente.

A ONG luta desde o início de sua história por campanhas que favoreçam a castração dos animais, que ajudam inclusive a prevenir seres humanos contra doenças. “Um casal, em dez anos, pode gerar dez mil cachorros nas ruas. A procriação é muito rápida. E cerca de 70% são fêmeas. O controle de natalidade é muito importante, senão teremos mais animais do que pessoas nas ruas. Existe omissão do poder público. Estamos muito longe do ideal”, avaliou.

A página da ONG na rede social Facebook já atingiu 260 mil seguidores. O canal é fundamental para divulgação da entidade e do trabalho realizado.

Fonte: Diário do Grande ABC

Posted on 28 de setembro de 2011 at 11:18 Comment

This post is filed under Adoção, Campanha, Clube dos Vira-Latas, Posse Responsável and tagged Clube dos Vira-Latas.

Campanha da FMVZ vai realizar, gratuitamente, castrações em cães e gatos :)

Acontece até o próximo dia 30, na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, o agendamento de triagem de animais para a Campanha de Castração Gratuita 2011. Promovida desde 2000, a Campanha faz parte da disciplina de “Técnica Cirúrgica”, ministrada na graduação, e vai realizar cirurgias em cães (machos) e gatos (machos e fêmeas).

De acordo com a professora Julia Maria Matera, coordenadora da Campanha, um dos objetivos principais da inciativa é o controle populacional dos animais. Para Julia, a Campanha é, também, uma maneira de aproximar a Universidade à comunidade em geral, através do oferecimento de um serviço de extensão. “É uma forma de prestar uma solidariedade às pessoas, e, ao mesmo tempo, melhorar um pouco a condição dos bichos”, diz.

Após o agendamento, o animal vai passar por uma triagem, para que haja uma avaliação de suas características físicas. De acordo com Julia, esse processo nada mais é do que um exame clínico geral, assim como os que ocorrem em hospitais. “A gente avalia se o animal tem condição para o procedimento cirúrgico e anestésico”. Depois disso, será marcada uma data para que o animal seja castrado.

Aprendizado
Realizada há 11 anos na FMVZ, a Campanha de Castração Gratuita teve início com a mudança de alguns métodos de ensino da Faculdade. Até então, a teoria das aulas de “Técnica Cirúrgica” era praticada em cães oriundos do Centro de Controle de Zoonoses (CCS) ou em coelhos comprados em granjas. A disciplina se reorganizou e, agora, está dividida em duas etapas: uma com treinamento em cadáveres, e outra que utiliza a Campanha para proporcionar a experiência de cirurgia aos alunos. “Para eles, é importante”, afirma a professora.

Julia explica que, apesar de serem realizadas por estudantes, todas as operações são acompanhadas por um veterinário formado, seja um professor ou um pós-graduando, para que não ocorra nenhum acidente e para que nenhum procedimento seja feito de forma inadequada. “Eles trabalham com a supervisão de um profissional”. Ao longo das cirurgias, os alunos trocam de função, a fim de que possam entrar em contato com todas as etapas de um processo cirúrgico.

Cuidado com os animais
Além da experiência proporcionada aos alunos, a professora conta que a castração também traz benefícios para o próprio animal. Segundo ela, esse tipo de operação pode diminuir os riscos de tumor de mama, no caso das fêmeas, e o problema prostático, nos machos. Além disso, depois da cirurgia, os animais ficam menos andarilhos, hábito que eles adquirem durante os períodos de reprodução. Por esse motivo, Julia recomenda que a operação seja feita logo que as gônadas dos animais estejam formadas, o que costuma ocorrer entre nove meses e um ano de idade.

Nesse sentido, a professora explica que o atendimento possui, da mesma forma, a ideia de conscientizar as pessoas sobre a responsabilidade que elas devem ter em relação aos seus animais de estimação e sobre os cuidados relacionados a vacinação, alimentação, vermifugação, entre outros. “Uma vez que você se compromete a ter um animal, você tem que fazer essas etapas, que são de necessidade”, completa.

Serviço
O agendamento de triagem para a Campanha de Castração Gratuita 2011 acontece até o dia 30 de setembro. Se as vagas disponíveis não forem completadas, haverá uma prorrogação do prazo.

Para participar, é preciso ligar no número (11) 3091-7735, entre as 8 e 13 horas, e agendar uma data para triagem. Após a avaliação, a data da operação será marcada.

A Campanha vai realizar a castração de cães (machos) e gatos (machos e fêmeas). As cadelas não serão atendidas porque, nessa caso, a operação é mais complicada e demorada, e não pode ser desenvolvida no período de uma aula.

A FMVZ fica na Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87, Cidade Universitária, São Paulo.

Posted on 22 de setembro de 2011 at 18:57 Comment

This post is filed under Campanha, Castração and tagged castração; campanha.

Rações com Milho e Soja Transgênica

Você já reparou que agora muitas rações Premium e Super Premium estão vindo com esse símbolo na embalagem??

Caso exista esse símbolo na ração que você oferece ao seu peludinho, você está adquirindo um alimento transgênico para o seu animal.

O que é um alimento Transgênico?
São aqueles alimentos geneticamente modificados.
Segundo as leis de biossegurança, qualquer produto que contenha mais de 1% de organismos geneticamente modificados (OGM), devem trazer estampado em suas embalagens este símbolo acima.
Para ajudar o consumidor a entender os riscos associados aos organismos geneticamente modificados (OGMs), o IDEC produziu a cartilha Transgênicos: Feche a boca e abra os olhos.
O Greenpeace faz campanha no Brasil contra os transgênicos desde 1998.
Os transgênicos podem causar o aumento do uso de agrotóxicos e a perda de biodiversidade. Ainda não existe consenso na comunidade científica sobre a sua segurança para o consumo.
O Greenpeace também criou uma cartilha “Guia do Consumidor – lista de produtos com ou sem transgênicos”

Quais são os riscos para a saúde?
Estudos feitos pelas multinacionais interessadas na liberação do cultivo e comercialização de alimentos transgênicos têm sido contestados por inúmeros cientistas. Segundo boa parte deles, alguns riscos à saúde que os OGMs trazem são praticamente certos, como riscos de alergia.
O mais temido dano que os transgênicos podem causar à saúde do homem é a transferência da sua resistência para microorganismos patológicos, como bactérias que causam infecções. Não há notícias que isto tenha ocorrido de fato, mas especialistas não descartam esta hipótese. Cobaias alimentadas com transgênicos têm apresentado alterações em seu sistema imunológico e em vários órgãos vitais.

Quais os riscos para o Impacto Ambiental ?
O cultivo de OGMs pode causar impactos no meio ambiente, como perda de biodiversidade e erosão genética, o surgimento de super ervas daninhas próximas a plantação, correndo-se o risco das ervas ficarem resistentes ao próprio herbicida que deveria matá-las. Outro risco apontado é a possibilidade de resistência de insetos e pesticidas, que evoluiriam e se tornariam imunes à resistência dos transgênicos.

Por que o Greenpeace se opõe aos transgênicos?
Conseqüências desconhecidas – O Greenpeace faz campanha contra a liberação de transgênicos ou organismos geneticamente modificados (OGMs) no meio ambiente e se opõe ao seu uso na alimentação humana e animal. Para a organização, os resultados da utilização de transgênicos são imprevisíveis, incontroláveis e desnecessários.

Fonte: Meu westie

Posted on 1 de setembro de 2011 at 20:54 Comment

This post is filed under Alimentação, Rações, Saúde and tagged Transgênico; Rações.

Recessão faz aumentar sequestros de cachorros nos EUA

O número de sequestros de cachorros mais do que triplicou nos Estados Unidos nos últimos anos, de acordo com uma pesquisa recente.

Um levantamento do American Kennel Club, associação para estudo e criação de cachorros de raça pura, diz que os roubos dos animais de estimação aumentaram 50% em 2011 e subiram cerca de quatro vezes desde o início da crise econômica no país, no final de 2007.

“Há razões econômicas por trás disso”, disse a porta-voz da instituição, Lisa Peterson.

“Os criminosos vendem (os cachorros) na internet, em mercados de pulgas ou em vendas à beira de estradas para compradores que não suspeitam de nada. Eu já vi cachorros roubados reaparecerem milagrosamente para que a pessoa ganhasse a recompensa do dono.”

Segundo Peterson, os criminosos atacam de diversas maneiras – invadindo casas, carros estacionados e até agarrando os cachorros na rua.

Crime comum

A porta-voz do American Kennel Club citou como exemplo casos recentes de sequestros de cachorros nos Estados Unidos.

Em Oklahoma, uma família que brincava com seu pitbull terrier foi abordada por um homem que fez algumas perguntas. Na manhã seguinte, ele invadiu a casa armado, rendeu toda a família e levou o animal.

Em Nova York, um cachorro maltês foi roubado dos braços da dona na rua e em Idaho, no noroeste do país, um ataque semelhante aconteceu com uma garota que segurava seu cachorro no banco de um parque.

De acordo com o direitor da Associação Canina da Polícia americana, Russel Hess, o comércio de cães roubados um modo de ganhar dinheiro rápido, mas não é novo. Os sequestros já eram comuns nos anos 60 e 70, quando ele trabalhava no estado de Ohio.

“Tínhamos queixas de sequestros de cachorros de vez em quando, então já acontecia antes da recessão. Mas tenho certeza que aumentou por causa do número de pessoas que precisam de dinheiro agora”, disse.

Segundo Hess, todos os tipos de cachorros são vulneráveis, mas especialmente as raças menores como Yorkshire terriers e Lulus-da-Pomerânia, que são populares e fáceis de carregar.

Os roubos ganharam notoriedade nos anos 40 e 50, por causa de uma série de casos de sequestros com valores altos de resgate e do lançamento da animação “101 dálmatas”, da Disney, em 1961.

No entanto, a prática só foi proibida por lei nos Estados Unidos em 1966.

Pagamento

O aumento dos sequestro nos últimos anos também aconteceu na Grã-Bretanha. A organização britânica Dog Lost, que ajuda donos de cachorros desaparecidos a encontrá-los, diz que está recebendo cerca de 150 relatos de sequestros por semana, o dobro do que recebeu em 2010.

“Está aumentando e aumentando, provavelmente por causa da recessão”, diz a fundadora da organização, Jane Hayes.

“É jeito fácil de ganhar dinheiro porque os donos pagam qualquer coisa para conseguir seus cachorros de volta. Um dono pagou 25 mil libras (R$ 66 mil) e teve que hipotecar novamente sua casa.”

Fonte: Uol

Posted on 24 de agosto de 2011 at 17:19 Comment

This post is filed under Comportamento, Pesquisa and tagged Sequestro.

Campanha faz apelo aos donos de cães: mantenham as calçadas limpas

Uma campanha mobiliza o Rio de Janeiro e pede aos donos de cães um cuidado redobrado com as fezes dos seus bichinhos nas ruas. E nós estamso aqui para divulgá-la para o mundo, afinal esse é um grande problema em todas as cidades!

“É uma campanha criada pelos cariocas Rodrigo Westin e Ricardo Saint Clair que são designers. Eles acham que ter cachorro é legal. O que não é legal é deixar a sujeira dele nas calçadas. E, quem faz isso fica com cara de cocô. “Cara de cocô” é o nome da excelente idéia que sai da rede para a rua, para tentar erradicar um dos grandes males das nossas calçadas, o cocô de cachorro.  Qualquer um pode imprimir o cartaz, que traz a mensagem do ao mesmo tempo simpático e repugnante personagem: “Não seja um cara de de cocô. Mantenha a calçada limpa”.

A ideia é bem humorada, mas o assunto é sério. Mais sérias ainda são as doenças que as fezes do cão podem causar: verminoses. Infecções intestinais, que causam diarreias e vômitos. Elas também podem causar doenças de pele como bicho do pé e bicho geográfico.

Nós do Cantinho Animal temos logo em nossa porta de entrada um display onde todos nossos clientes podem retirar saquinhos biodegradaveis para coletar o cocô que seus animais venham a fazer nas ruas.

Fonte: Rio etc.

Posted on 9 de agosto de 2011 at 9:39 Comment

This post is filed under Campanha, Dica, Posse Responsável, Saúde and tagged Campanha, Cara de coco.

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